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Relações Sociais Mal Resolvidas

Postado 6 de maio de 2016 às 20:50   /   por   /   comments (0)

Fazer amigos e conquistar novas amizades é o desejo de qualquer pessoa sadia que pretende interagir socialmente com o mundo civilizado. Muitas vezes, no entanto, fazemos amigos e conquistamos novas amizades sob a influência de interesses pessoais estranhos.
Não gostamos dos amigos sinceros, principalmente aqueles que possam nos dizer na cara que continuamos orgulhosos e egoístas, mesmo aparentando uma humildade que não convence ninguém.
Preferimos, quase sempre, os amigos que nos bajulam e elogiam ao invés daqueles que falam sem cerimônias o que pensam do nosso comportamento e de nossa conduta como pessoa e espírita.
Por conta desse equívoco na escolha de nossas amizades, somos lesados pela hipocrisia de uma convivência social mascarada e por atitudes veladas.
Amigos vêm e vão. Amizades começam e terminam. Mas é preciso saber manter-se fiel a uma boa e sincera amizade. Fazer amigos de verdade e para toda a vida.
Podemos mudar todo esse quadro evitando a maledicência, o mal-entendido, uma atitude impensada, a falta de respeito e de consideração com as pessoas que convivem estreitamente conosco.
Na maioria das vezes, somos nós mesmos que provocamos a quebra de uma amizade que parecia estável. Não devemos permitir em hipótese alguma que as pessoas nos influenciem a fazer coisa que normalmente não fazemos e que possam prejudicar alguém.
Quando um casamento beirando a bodas de ouro acaba, não foi só a falta de amor que levou o casal a optar pelo divórcio inusitado. Foi também a ausência de amizade, de cumplicidade e fidelidade que só os verdadeiros e sinceros amigos nutrem uns pelos outros.
Jesus nos deixou muitas lições de amizade e respeito pelas pessoas, principalmente com as quais dividia o seu precioso tempo.
Na Sinagoga ou fora dela, ele sempre dava provas de atenção, de afeto e de respeito incondicional às pessoas que o procuravam para aconselhamento e orientação moral.
Tinha amigos sinceros e fiéis seguidores entre seus discípulos. Tinha-os também na conta de irmãos espirituais. Ele nunca se mostrou melhor que ninguém, mesmo sabendo ser portador de virtudes morais e espirituais que os homens de sua época sequer imaginavam.
Quando fizermos novos amigos, tenhamos cuidado para não rompermos com os velhos. Saibamos selecionar criteriosamente quem merece ser chamado de amigo e fazer parte de nossa vida.
Usemos do bom senso.

CARMEM PAIVA DE BARROS
carmempensadora@gmail.com
João Pessoa – PB

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